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Dicas para uma pesca tranqüila

Afaste-se das praias ou descampados em caso de temporal ou raios;

Não abuse de bebidas alcóolicas quando for pescar;

Evite comer em demasia caso vá entrar na água;

Ferimentos com anzóis são muito comuns, leve sempre uma caixa de primeiros socorros com materiais básicos como: ataduras, gaze, mercúrio cromo, merthiolate e óleo para aliviar picadas de insetos e tesoura;

Pescando em barcos nunca dispense o uso de coletes salva-vidas;

Tenha seu material de pesca organizado em caixas adequadas.

Preste atenção nos detalhes

Antes de bater um prego na parede, mergulhe-o em água fervente; assim não quebra o reboco e estando enferrujado, fixa melhor;

Nunca tente enfiar um prego torto, antes de endireitá-lo;

Para enfiar um prego pequeno, sem risco de martelar os dedos, perfure com ele um cartão, segurando este em vez do prego;

Para se tapar buracos de pregos retirados de uma parede, misture um pouco de serragem fina com cola. Depois é só passar um pouco de tinta da cor da parede.

Quando for pregar numa parede fraca, proteja o lugar com esparadrapo ou uma fita adesiva para segurar o reboco.

Antes de usar pregos que vão ficar ao ar livre, recebendo sol e chuva, umedeça-os com uma pasta feita com grafite e azeite. Assim eles não enferrujam;

Aplicando um pedaço de sabão na ponta do parafuso fica mais fácil introduzi-lo na parede ou numa madeira mais dura;

Para retirar parafusos, quando velhos, de uma parede, prenda com um alicate a cabeça do parafuso e pressione-o para a direita e para a esquerda, girando aos poucos.

Como usar as sementes

Germinação bem-sucedida: Deixe as sementes com revestimento duro na água durante uma noite. Para reforçar a absorção da água, lixe as muito duras com lixa de unhas antes de colocá-las de molho.

Seleção de cores: Para obter um efeito elegante, restrinja-se a poucas cores com tons variados ao semear um canteiro com espécies anuais.

Segunda escolha: Transplante todas as mudas que, ao fazer o raleamento, você retirou do plantio principal. Essas mudas poderão ser secundárias, mas as flores ficarão igualmente bonitas se forem bem nutridas e regadas.

Economia Guarde pacotes de sementes já abertos para usar de um ano para o outro.

Como plantar gerânios - Parte I

Tipo de Solo: um pouco alcalino, com pH 7,5

Mistura recomendada para o solo:

  • 1 parte de terra comum;
  • 1 parte de terra vegetal;
  • 1 parte de composto orgânico ou pó de xaxim;

Sol: Pleno, com exposição mínima de 4 horas diárias.

Regas: No verão, deve ser regada em dias alternados ou sempre que o solo estiver seco; as folhas devem ser pulverizadas com água, mas nunca com o sol a pino. Em outras épocas do ano, regue uma vez por semana.

Adubo: Adube mensalmente, Dom NPK 4148 (granulado), adubo orgânico curtido ou torta de mamona.

Como plantar gerânios - Parte II

Multiplicação: Por estacas ou sementes. O mês de janeiro é uma boa época para fazer mudas.

Podas: Para um crescimento denso e compacto da planta, devem ser feitas após a floração, utilizando a técnica do "beliscão", retirada das extremidades dos ramos com as pontas dos dedos. Em setembro, deve ser feita uma poda mais severa, reduzindo bem seus caules e ramos.

  • Escolha um vaso de concreto ou outro material impermeabilizado por dentro. Cubra o fundo com argila expandida para a drenagem do vaso, ou seja, para que a terra não escorra quando a planta for regada.
  • Coloque a mistura de terra recomendada até cobrir a parte impermeabilizada do vaso, deixando um espaço para os torrões das mudas.
  • Tire os torrões do saquinho e coloque-os no vaso, sempre tomando cuidado com as raízes. Assente com as mãos.
  • Cubra os torrões com um pouco de terra para tampar os buracos.
  • Decore o vaso com sfagno e regue abundantemente.

Você pode misturar as cores dos gerânios em um mesmo vaso e plantar heras em volta.

Evite colocar os gerânios pendentes em locais muito ventilados para não perderem as flores.

Se preferir, substitua o sfagno por argila ou cascalho.

Os vasos de parede dão ótimo resultados se colocados em corredores com gerânios de várias cores.

Vasos e flores

Um pouquinho de sal e um pedaço de carvão adicionado à água do jarro, não deixarão que as flores fiquem com mau cheiro;

Também evita-se o mau cheiro desses jarros, colocando-se no seu interior uma moeda de cobre;

Uma aspirina ou melhoral dentro do jarro ajuda a conservar as flores. A aspirina pode ser substituída por pedrinhas de gelo;

As flores que murcharam de repente podem reviver se for cortado um pedacinho dos seus cabos e se forem mergulhadas por alguns minutos em água quente e logo após em água fria;

Para remover facilmente a sujeira, o limo e as películas que ficam no interior dos vasos de flores, lave-os com uma solução de água quente e amoníaco (1 colher de sopa para 1 litro de água);

Quando novos, os vasos de barro devem ser deixados de molho dentro de água por 24 horas. Isso aumenta sua porosidade e ajuda no desenvolvimento de certas plantas que necessitam de mais umidade;

Se tiver receio de que a raiz de sua plantinha nova seja atacada por uma parasita qualquer, antes de colocar a terra ponha no fundo do vaso três a quatro cabeças de fósforo sem uso.

Verde em casa - Parte I

Temperos frescos fazem maravilhas na cozinha – e não só na hora de preparar a receita. Se tiver uma boa janela nesse ambiente da casa, pode deixá-lo mais bonito com vasinhos de delicadas ervas aromáticas. Por seu pequeno porte, são ótimas plantas para você manter num apartamento; se não for possível deixá-las na cozinha, coloque os vasos na área de serviço ou sob uma janela na sala de estar, por exemplo. O importante é que o local seja bem iluminado e receba sol direto por 1 ou 2 horas por dia, pelo menos. Escolha os vasos adequados para o tamanho das plantas. Normalmente, os recipientes para temperos e ervas medicinais devem ter de 20 a 30 cm de profundidade. Prepare os vasos colocando uma camada de 3 cm de cinasita (argila expandida) ou cacos de cerâmica no fundo, para garantir uma boa drenagem da água, e complete com terra rica em composto orgânico, como húmus de minhoca. Quando for comprar as mudas, informe-se sobre a adubação (em geral, ela é feita a cada 15 dias). Para evitar doenças e ervas daninhas, faça limpezas periódicas nos vasos. Se notar o aparecimento de fungos, deixe de regar a planta por algum tempo e coloque o vaso no sol. Se quiser combater naturalmente pragas como pulgão, cochonilha sem carapaça ou lesma, pique folhas de artemísia, cubra com água e leve ao fogo até ferver. Dilua em 4 partes de água, agite e regue os vasos a cada 5 dias com este preparado.

Verde em casa - Parte II

Cebolinha – uma boa espécie para quem está se iniciantes na jardinagem, pois exige poucos cuidados. Além disso, pode ser plantada em qualquer época do ano, vive bem junto com outras espécies e ainda ajuda a manter o solo fofo. Deve ser cultivada em solo fértil e vem drenado e ser regada diariamente no verão e em dias alternados no tempo frio. Pode ser colhida 3 ou 4 meses após o plantio.

Salsinha – uma das ervas mais utilizadas na culinária, a salsinha gosta de climas amenos e, nessas condições, pode ser plantada praticamente o ano todo. Porém, se você mora num lugar mais frio, é melhor realizar o plntio entre março e junho. As regas devem ser feitas 2 ou 3 vezes por semana e depois de 60 a 90 dias, a planta já pode ser colhida.

Salsa-crespa – com folhas de cor verde-esmeralda, repicadas nas margens, suas qualidades ornamentais rivalizam-se com os usos culinários. Pode ser usada como forração num vaso com uma espécie mais alta. Seu ciclo vital é relativamente curto, por isso precisa ser sempre semeada, de 60 em 60 dias. Os vasos mais indicados são os rasos e redondos.

Hortelã – como suas raízes se desenvolvem na superfície, não precisa de um vaso fundo para ser plantado, mas deve ficar separada de outras espécies, pois se reproduz e se espalha facilmente. Espécie de clima temperado e amiga da umidade, pode ser colhida de 3 a 4 meses após o plantio, que deve ser feito, preferencialmente, no verão. Se você quiser criar um grande efeito decorativo, plante o hortelã num vaso de xaxim suspenso.

Verde em casa - Parte III

Coentro – planta de clima quente, precisa receber muita luz e ser mantida sempre úmida, em vasos de 20 a 30 cm de profundidade. No mais, não exige muitos cuidados e em apenas 2 meses já pode ser colhida. O plantio pode ser feito o ano todo em quase todas as regiões do Brasil, com exceção do sul – se você mora nessa região, plante o coentro na primavera.

Manjericão – de aspecto delicado e muito perfumada, esta planta arbustiva se desenvolve em climas amenos com tendência para quente. Deve ser colocada em vasos de barro, com solo bem drenado e não muito úmido, em local protegido do vento. As regas, normalmente em dias alternados, devem ser diárias quando estiver fazendo muito calor. A época ideal para o plantio é a primavera.

Alecrim – Arbusto sempre verde, com folhas fartas e finas e pequenas flores de cor lilás. Apesar do aspecto delicado, é uma planta rústica e pouco exigente. As regas só precisam ser feitas 3 vezes por semana. Em jardins, pode atingir até 2 m de altura, por isso precisa ser podada freqüentemente quando plantado em vasos. As épocas de plantio são a primavera e o outono e a colheita é feita após 3 meses.

Flor na janela - Parte I

Vistosas e simpáticas, as jardineiras dão um colorido todo especial a janelas, fachadas ou terraços. Muito comum nos países europeus, a idéia de enfeitar a parte externa da casa com floreiras suspensas pode ser aproveitada com charme se você tiver um local para instalá-las. O mais indicado é colocá-las nos beirais numa altura onde as janelas possam ser abertas livremente, sem esbarrar nas plantas, mesmo após seu crescimento. Se não tomar esse cuidado, talvez seja necessário rebaixar a jardineira com o passar do tempo ou submeter as plantas a podas que podem diminuir sua floração.

Prepare o terreno

Depois de definir o local, escolha um recipiente de tamanho compatível e prepare-o para receber as plantas. Proteja o fundo da jardineira com cacos de telha e, por cima, coloque uma camada de pedrisco ou argila expandida com 5 cm de espessura para facilitar a drenagem da água. Preencha com uma mistura de terra neutra e esterco animal peneirado e curtido e acrescente farinha de ossos ou algum preparado rico em fósforo, para estimular as florações.

Flor na janela - Parte II

Na hora de plantar, dose o espaço entre as mudas para não enfraquecer as plantas. Você pode misturar diferentes espécies numa mesma jardineira mas tome cuidado para não exagerar, pois, quando as plantas crescerem, o excesso de cores e formas pode criar um efeito estético confuso. O melhor é usar apenas uma espécie nos recipientes pequenos e duas nos maiores, a não ser que você tenha prática em paisagismo ou a orientação de um profissional, que poderá criar composições harmoniosas com plantas diferentes.

Os bons cuidados

A maioria das plantas precisa ser regada com freqüência, principalmente durante o período da floração, para as flores não murcharem e caírem antes do tempo, e no verão. A melhor hora para regá-las é no fim da tarde e a água deve ser colocada direto na terra. Se as folhas estiverem muito sujas por causa da poluição ou poeira, borrife-as com um pouquinho de água.

Retire sempre as flores murchas e vá eliminando as folhas secas e cortando as hastes das plantas, nas chamadas podas de limpeza. Para aumentar a quantidade de botões, faça podas nos ramos mais altos. Mas tome cuidado para não podá-las no período de "gestação" das flores e cortar os novos brotos. O mais seguro é só fazer a poda logo após o término da floração.

A adubação deve ser feita mensalmente, com fertilizante líquido cuja fórmula tenha maior teor de fósforo e menor percentagem de nitrogênio. Quando notar que determinada planta não responde à adubação, substitua-a por novas mudas. A terra também deve ser trocada uma vez por ano, sempre colocando mais matéria orgânica e mantendo o solo fofo.

Flor na janela - Parte III

A luminosidade

Ao ar livre é mais difícil controlar as condições de luminosidade do que dentro de casa. Por isso, observe bem o local onde ficará a jardineira. A parte da casa voltada para a face norte recebe quase sempre luz total. As laterais, fundos da casa e face sul, normalmente estão em meia-sombra. Escolha as espécies adaptadas às condições oferecidas.

Espécies que gostam de meia-sombra:

  • capuchinhas, com flores alaranjadas e ramos pendentes o ano todo;
  • maria-sem-vergonha, que se reproduz facilmente e fica florida o ano todo;
  • prímula, com floração de agosto a dezembro;
  • saudades, flores de novembro a maio;
  • aspargo, que apresenta folhagem, flores brancas e bagas vermelhas durante o ano todo;
  • flocos, com flores coloridas do verão ao outono;
  • violeta-de-cheiro, floração de maio a novembro;

Espécies adaptadas ao sol pleno:

  • bela-emília, que pode atingir até 2 metros de altura;
  • gerânio-africano, com flores que vão do branco à cor de vinho;
  • cravo-de-defunto, produz flores amarelas e laranjas o ano todo;
  • petúnia híbrida ou silvestre, com florada abundante de março a novembro;
  • lantana, florada de setembro a abril;
  • lobélia, produz flores azuis na primavera e no verão;
  • camaradinha, rasteira e pendente de setembro a abril;
  • begônia anã, com florada o ano todo;
  • alfinetes, que produz grande quantidade de flores miúdas e brancas o ano todo;
  • amor-perfeito, florada de abril a novembro.

Be-a-bá do jardim - Parte I

Mexer na terra, cuidar de plantas e criar jardins são algumas das atividades mais prazerosas que existem. Se você deseja dedicar-se ao hobby da jardinagem mas ainda não começou, talvez por medo das dificuldades, anime-se. Com as dicas que daremos verá que não é tão difícil assim. Com algumas noções básicas e muita vontade você vai adquirir a prática necessária. Confie na sua intuição (talvez o maior segredo dos grandes jardineiros) e não se aborreça com erros, comuns aos iniciantes. Encare a jardinagem como uma forma de relaxar, divertir-se e curtir a natureza com criatividade.

Para começar, não esqueça de que toda planta, mesmo a mais rústica, é um ser vivo se relacionando com as mudanças do meio ambiente e se transformando continuamente. Por isso, você deve ficar atento às necessidades de cada espécie em cada fase de seu desenvolvimento. As condições do solo, a umidade, a luminosidade e o calor são os fatores determinantes para garantir o crescimento sadio e a beleza de suas plantas.

Be-a-bá do jardim - Parte II

Solo rico: Como você sabe, é da terra que as plantas tiram os nutrientes vitais. Um solo compactado dificultará a circulação de água e ar para as raízes. Para evitar isso, antes de plantar você deve revirar a terra, utilizando pá para vasos e enxada ou escarificador de cabo longo para canteiros. Essa manobra (tecnicamente chamada escarificação) também é importante para eliminar as ervas daninhas, muito comuns em solos descuidados.

A adubação adequada vai garantir um solo rico. Os adubos em pó precisam ser enterrados – se forem simplesmente colocados sobre as terra podem ser levados pelo vento e seu aproveitamento será praticamente nulo. O melhor é misturar água e adubo em pó. Forme uma pasta e enterre no vaso ou canteiro. Depois é preciso regar, pois os adubos só são aproveitados quando são diluídos em água. Outra forma de garantir uma boa adubação é fazer pequenos furos na terra, onde será enterrado o adubo. Use a própria terra para cobrir os furinhos e regue em seguida.

Be-a-bá do jardim - Parte III

Luz e sombra: A luminosidade afeta diretamente o desenvolvimento das plantas e as necessidades variam muito para cada espécie. Quando for comprar uma espécie, informe-se com o vendedor se ela pede sol pleno, sombra ou meia-sombra. A escolha vai depender das condições de luminosidade do local disponível para o cultivo. E não se esqueça de que algumas plantas são bem adaptadas aos ambientes fechados, outras pedem ar livre e algumas podem mudar de ambiente sem maiores danos.

A água necessária: Regar é muito mais que simplesmente jogar água nas plantas. Assim como a falta, o excesso de água pode destruí-las. Com o tempo e a prática, você saberá intuitivamente a necessidade de água de suas plantas. No início, observe muito e sempre toque o solo com as mãos, para perceber se ele está úmido ou ressecado.

Be-a-bá do jardim - Parte IV

Quando for regar, deixe a água em temperatura ambiente – plantas não suportam água muito fria ou quente demais. Para evitar excessos e garantir distribuição uniforme da água, use regador ou borrifador. Com mangueiras, é mais difícil controlar o volume de água. Se estiver regando um vaso grande, verifique a velocidade com que a água escorre para a terra. Quando notar esta velocidade diminuir, pare de regar. Não espere a água escorrer pelo furo da drenagem – se isso estiver acontecendo, provavelmente você já regou mais do que o necessário. Colocar água no prato de suporte do vaso é uma boa medida para propiciar a formação de uma atmosfera úmida ao redor da planta, mas não é o suficiente para umedecer toda a terra do vaso, pois a maior parte da água é evaporada e só um pouco é absorvida pelas paredes do vaso. Preste atenção principalmente nos dias mais quentes, quando há, ao mesmo tempo, maior evaporação e mais necessidade de água pela planta.

Be-a-bá do jardim - Parte V

Toda criança já viu como alguns grãos de feijão colocados num algodão úmido germinam, dando origem a uma nova plantinha. Esse é, basicamente, o método usado para semear plantas num jardim, substituindo o copo por uma sementeira e o algodão por terra.

As sementes que germinam mais rapidamente são as de gipsófila, zínia, tagete, cravina, celósia e cinerária. Depois da germinação, você deve fazer o desbaste das plantas, retirando as mudas fracas ou mesmo eliminando algumas para permitir um bom espaçamento entre elas. O passo seguinte é transferir as mudas para o local definitivo e esperar seu crescimento, mantendo sempre o solo bem adubado, aguado e livre de ervas daninhas ou pragas.

Hora de podar: A poda é uma operação um pouco mais delicada, mas você não precisa se preocupar com isso: a maioria das espécies não precisa, a rigor, ser podada para sobreviver ou florescer. Com a exceção de algumas espécies, onde a poda é uma exigência do cultivo, você só precisará realizá-la para eliminar ramos doentes e malformados ou para dar uma conformação estética à planta.

Be-a-bá do jardim - Parte VI

O segredo da poda está na identificação das gemas. Elas são pontos salientes nas folhas ou ramos e determinam a direção e sentido de crescimento da planta. Se você deseja que um ramo cresça mais, pode-o bem próximo à gema. Para eliminar definitivamente um ramo, corte-o junto com a gema. O corte deve ser chanfrado (inclinado) para evitar o acúmulo de água no local. Use ferramentas adequadas – canivete, faca, tesoura de poda ou serrote – sempre bem afiados.

Cultivo em vasos: Ao utilizar vasos, escolha recipientes compatíveis com o tamanho da planta quando adulta (se não for transplantá-la) e ao tipo de crescimento das raízes (mais superficiais ou profundas). Os vasos de textura porosa são os mais indicados, por manterem a temperatura ambiente e a umidade natural. Ele deve ter um furo no fundo, para escoar a água das regas. Prepare o vaso colocando cacos de telhas, cerâmica, pedra britada ou argila expandida no fundo. Isso garante uma boa drenagem, deixando apenas a água escorrer e evitando a passagem de terra pelo furo. Complete com terra preparada com muita matéria orgânica. Para facilitar as regas não encha de terra até o limite da borda do vaso. Deixe live uma altura de cerca de 2 cm da borda do vaso para a água não transbordar.

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